| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Passeriformes |
| Subordem: | Tyranni |
| Infraordem: | Tyrannides |
| Wetmore & Miller, 1926 | |
| Parvordem: | Tyrannida |
| Família: | Tyrannidae |
| Vigors, 1825 | |
| Subfamília: | Tyranninae |
| Vigors, 1825 | |
| Espécie: | G. aurantioatrocristatus |
A peitica-de-chapéu-preto é uma ave passeriforme da família Tyrannidae. Também conhecido por bem-te-vi-cinza e mosqueteiro-cinzento. Recebia o nome científico de Empidonomus aurantioatrocristatus.
Seu nome significa: do (latim) griseus = cinza, gris; e tyrannus = gênero tyrannus de Lacépède(1799), pássaro rei; e do (latim) aurantius = cor de ouro, dourado, cor de laranja; e ater, atri = preto; e cistatus = com crista, com topete. ⇒ Tyrannideo cinza com crista preta e dourada ou pássaro rei cinza, com crista preta e amarela.
Corpo todo cinza, mais escuro no alto da cabeça e na larga faixa lateral, na altura do olho. Com isso, forma uma listra superciliar cinza. As penas da parte superior da cabeça possuem a base amarela, característica visível quando a ave eriça as penas e sob condições boas de luz.
Geralmente calado, além dos insetos come pequenos frutos, pegos em vôos até a árvore e retornando ao poleiro escolhido.
A população passando pelo Pantanal deve reproduzir-se no Paraguai e Argentina, com suas áreas de invernada na Amazônia Ocidental. Entretanto, somente estudos com anilhamento poderão determinar melhor suas áreas.
Nunca forma bandos, estando solitário ou com outra ave próxima, no máximo. Pousa em galhos visíveis, fios de eletricidade ou de cerca, moirões e outros locais expostos, de onde voa para caçar insetos e retorna ao ponto de saída.
Migratório, passa de agosto a outubro para o sul, retornando em março/abril. Nessas ocasiões, pode ser observado em qualquer ambiente.
Ocorre em todo o centro-oeste, penetrando nas cidades em seus movimentos. Pode ser observado por alguns dias, antes de recomeçar a jornada. A população passando pelo Pantanal deve reproduzir-se no Paraguai e Argentina, com suas áreas de invernada na Amazônia Ocidental. Entretanto, somente estudos com anilhamento poderão determinar melhor suas áreas.